quinta-feira, 9 de junho de 2011
Não somos mais do que nada
Não somos mais do que um punhado de areia. Não somos mais do que uma gota de um mar imenso. Não somos mais do que uma piada de Deus. Não somos mais do que uma fagulha perdida em algum canto do universo. Não somos mais do que uma formiga. Não somos mais do que um sonho de algo que se concretizou longe da perfeição. Não somos mais do que robôs, que em algum momento a bateria vai acabar. Não somos mais do que um ser errante. Não somos mais que um grão de sal. Não somos mais que um capricho do sol.Não somos mais do que átomos. Não somos mais do que absolutamente nada, apenas somos seres humanos. E um dia, saberemos realmente o que é ser isso?
Desaparecer
O tempo passa, transcorre pelos dedos e flui para outros ares. As pessoas mudam, seu jeito, seus pensamentos e suas atitudes. Os sentimentos se substituem, se renovam, mudam de figura constantemente. Os sonhos crescem, cada vez mais e surgem de uma esfera onde só existem na imaginação. Tudo está em constante mudança, a todo instante coisas surgem e desaparecem num piscar de olhos.
Tudo isso parece uma grande figuração, mas é algo que traz um grande medo. Mudanças trazem consigo medos. Medo de não conseguir se acostumar, medo de não conseguir se reconhecer, medo de não conseguir superar. Medo de desaparecer.
Tudo isso parece uma grande figuração, mas é algo que traz um grande medo. Mudanças trazem consigo medos. Medo de não conseguir se acostumar, medo de não conseguir se reconhecer, medo de não conseguir superar. Medo de desaparecer.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
É só provar e ver
Na vida, temos milhões de obstáculos para superar. Sempre acreditamos que os nossos são sempre maiores, mais complicados, e o idealizamos como um arranha-céu quase inalcansáveis e quase impossíveis de superar. Ainda bem que é sempre quase. Quando parece por um momento algo indecifrável e uma incógnita infinita, espere só pela manhã seguinte, depois de uma noite bem descansada, ela se torna cotidiana e rotineira. É só provar pra ver. E mesmo que na grande minoria das vezes elas forem realmente difíceis, e cair, não conseguir supera-la, caia sim, não tenha vergonha nunca disso... mas logo se levante, de cabeça erguida e peito aberto para aceitar novos ensinamentos... são eles que nos tornam maiores conhecedores, verdadeiros, sinceros e prontos para sempre superar não aos obstáculos, mas sim, a nós mesmos.
domingo, 8 de maio de 2011
Dúvida fascinante
Milhares de coisas acontecem em nossas vidas; boas, ruins, marcantes, ou simplesmente acontecem. Mas será que todas elas sofrem influência de algo? Ou só ocorrem? Essa é uma dúvida que nós, todos os seres humanos temos.
Irei pegar o exemplo da minha família. Meus avós maternos são portugueses, e quando minha mãe era bebê decidiram vir para o Brasil. Será que se eles continuassem em seu país de origem, minha mãe se casaria com um brasileiro, teria três filhos e um deles, nasceria a Larissa Caetano Vitoriano? Provavelmente não. Mas, o destino, esses acontecimentos fizeram com que eu existisse, e estive aqui, numa noite de domingo postando um texto nesse blog.
Muitas pessoas passam pela nossa vida, e todas elas fazem parte da nossa história, por menos que seja.
Desde o momento que você aprende a falar, até o momento da sua morte, há a intervenção de alguém ou de algo, para que aquilo acontecesse, para que fizesse parte da sua história.
Todos nós temos uma missão a ser cumprida, porém, é de nossa escolha fazê-la ou não, isso se chama o livre arbítrio.
Tudo em nossa vida tem um motivo, nada é para sempre muito menos por acaso, e os acontecimentos interferem nesse nosso destino.
Enfim, quantas perguntas temos sobre a nossa verdadeira existência, porém , se um dia, encontrarmos as respostas, tudo ficará muito monótono, pois a vida só vale a pena realmente, enquanto tivermos dúvidas a serem desvendadas, pois são elas que movem o mundo e o ser humano.
Irei pegar o exemplo da minha família. Meus avós maternos são portugueses, e quando minha mãe era bebê decidiram vir para o Brasil. Será que se eles continuassem em seu país de origem, minha mãe se casaria com um brasileiro, teria três filhos e um deles, nasceria a Larissa Caetano Vitoriano? Provavelmente não. Mas, o destino, esses acontecimentos fizeram com que eu existisse, e estive aqui, numa noite de domingo postando um texto nesse blog.
Muitas pessoas passam pela nossa vida, e todas elas fazem parte da nossa história, por menos que seja.
Desde o momento que você aprende a falar, até o momento da sua morte, há a intervenção de alguém ou de algo, para que aquilo acontecesse, para que fizesse parte da sua história.
Todos nós temos uma missão a ser cumprida, porém, é de nossa escolha fazê-la ou não, isso se chama o livre arbítrio.
Tudo em nossa vida tem um motivo, nada é para sempre muito menos por acaso, e os acontecimentos interferem nesse nosso destino.
Enfim, quantas perguntas temos sobre a nossa verdadeira existência, porém , se um dia, encontrarmos as respostas, tudo ficará muito monótono, pois a vida só vale a pena realmente, enquanto tivermos dúvidas a serem desvendadas, pois são elas que movem o mundo e o ser humano.
Apenas... escrever.
Faz algum tempo em que não escrevo. Acho que nunca fiquei tanto tempo longe das palavras. Na verdade elas nunca saíram de perto de mim, apenas não as expressei. Dentro dos meus pensamentos e do meu coração elas sempre estiveram presentes. Diria até uma espécie de vício, ou talvez como o amor.
Nunca tive um vício, não sei dizer exatamente a sensação, mas acredito que seja algo que não conseguimos viver sem, algo muito louco que te faz pirar. E o amor, mas esse, sinceramente, acho que também nunca provei. O mais puro, verdadeiro, que as pessoas dizem por aí, não. Apenas o que senti foram encantamentos, alguns não momentâneos, duraram... mas não passaram de encantamentos. Essa palavra define bem, algo que com o tempo desmonta, e se vai, como um soprar dos ventos. Espero um dia provar, deve ser algo tão alucinante quanto um vício. Mas enquanto ele não surge, eu vou escrevendo... Essas sim, eu sei exatamente como são. Que me fazem sentir um amor, algo indecifrável. Incrivelmente, incríveis.
Nunca tive um vício, não sei dizer exatamente a sensação, mas acredito que seja algo que não conseguimos viver sem, algo muito louco que te faz pirar. E o amor, mas esse, sinceramente, acho que também nunca provei. O mais puro, verdadeiro, que as pessoas dizem por aí, não. Apenas o que senti foram encantamentos, alguns não momentâneos, duraram... mas não passaram de encantamentos. Essa palavra define bem, algo que com o tempo desmonta, e se vai, como um soprar dos ventos. Espero um dia provar, deve ser algo tão alucinante quanto um vício. Mas enquanto ele não surge, eu vou escrevendo... Essas sim, eu sei exatamente como são. Que me fazem sentir um amor, algo indecifrável. Incrivelmente, incríveis.
domingo, 13 de março de 2011
Meio termo
A razão e os sentimentos são duas coisas que desde que o homem vivia nas cavernas andam acompanhadas e ao mesmo tempo separadas. As duas são totalmente opostas, mas certamente, sem uma não existiria a outra.
O sentimento é algo involuntário que o ser humano produz, como o amor, o ódio, a tranquilidade, a inveja, a tristeza... não se explica, se sente. E são elas que nos fazem criar algum motivo para se viver.
A razão é o oposto, é um pensamento que produzimos através de algum ato que formos executar, algo que nos faz pensar se aquilo terá alguma consequência para a sociedade ou para a própria pessoa.
Pensar, viver e agir com um só deles é impossível ou até loucura. Se formos só pelo sentimento, jamais pensaríamos nas consequências de um ato, viveríamos tudo à flor da pele, magoaríamos demasiadamente ao próxima e não teríamos controle de nós mesmos. Se formos viver apenas pela razão, tudo seria muito monótono, muito de "caso pensado", muito decorado demais. Não sentiríamos o verdadeiro sabor das coisas.
Temos que encontrar um meio termo nesses dois, o equilíbrio entre eles é sempre melhor. Usar o sentimento e a razão quando achar necessário, sentir muito mas seguir uma própria ética com a sociedade, diria até sorrir quando querer, mas saber ficar sério quando for necessário.
Enfim, provar da dádiva de vida com responsabilidade e amor no coração, viver intensamente, mas com a cabeça no lugar.
O sentimento é algo involuntário que o ser humano produz, como o amor, o ódio, a tranquilidade, a inveja, a tristeza... não se explica, se sente. E são elas que nos fazem criar algum motivo para se viver.
A razão é o oposto, é um pensamento que produzimos através de algum ato que formos executar, algo que nos faz pensar se aquilo terá alguma consequência para a sociedade ou para a própria pessoa.
Pensar, viver e agir com um só deles é impossível ou até loucura. Se formos só pelo sentimento, jamais pensaríamos nas consequências de um ato, viveríamos tudo à flor da pele, magoaríamos demasiadamente ao próxima e não teríamos controle de nós mesmos. Se formos viver apenas pela razão, tudo seria muito monótono, muito de "caso pensado", muito decorado demais. Não sentiríamos o verdadeiro sabor das coisas.
Temos que encontrar um meio termo nesses dois, o equilíbrio entre eles é sempre melhor. Usar o sentimento e a razão quando achar necessário, sentir muito mas seguir uma própria ética com a sociedade, diria até sorrir quando querer, mas saber ficar sério quando for necessário.
Enfim, provar da dádiva de vida com responsabilidade e amor no coração, viver intensamente, mas com a cabeça no lugar.
sábado, 5 de março de 2011
Vamos Aproveitar
Hoje, logo quando acordei às 8:32 da manhã, um sentimento já estava presente em mim. A alegria, a vontade de pular, dançar, dar risada, cantar.. extravasar geral! Acredito que seja pelo fato do Carnaval que isso ficou presente em mim.
Estou cansada da rotina angustiante de estudar, estudar, estudar... me preocupar o tempo inteiro com lições e trabalhos e horários... em correr o tempo todo contra o próprio tempo. E tenho certeza absoluta que eu não sou o único ser humano assim. Ultimamente a maioria das pessoas vivem dessa forma, na correria total, se tempo ao menos para se olhar no espelho sem pensar em algo que deve fazer por obrigação. Sei que necessito de estudar para ter algum futuro e que as outras pessoas precisam trabalhar pra viver de um maneira boa.. mas precisamos as vezes fugir desse caos e se divertir um pouco. Olhar um pouco pra si e enchergar um alguém além de livros e trabalho. Um alguém que merece se divertir e curtir a vida como ela merece ser.. pois afinal, temos só ela.. na verdade não sabemos bem ao certo sobra essa questão, mas agora, não vou ficar filosofando.. agora, eu vou curtir! Vou esquecer um pouco da Larissa obrigação e ira para aquela menina que só quer daaançar!
Miil beijos ;*
Estou cansada da rotina angustiante de estudar, estudar, estudar... me preocupar o tempo inteiro com lições e trabalhos e horários... em correr o tempo todo contra o próprio tempo. E tenho certeza absoluta que eu não sou o único ser humano assim. Ultimamente a maioria das pessoas vivem dessa forma, na correria total, se tempo ao menos para se olhar no espelho sem pensar em algo que deve fazer por obrigação. Sei que necessito de estudar para ter algum futuro e que as outras pessoas precisam trabalhar pra viver de um maneira boa.. mas precisamos as vezes fugir desse caos e se divertir um pouco. Olhar um pouco pra si e enchergar um alguém além de livros e trabalho. Um alguém que merece se divertir e curtir a vida como ela merece ser.. pois afinal, temos só ela.. na verdade não sabemos bem ao certo sobra essa questão, mas agora, não vou ficar filosofando.. agora, eu vou curtir! Vou esquecer um pouco da Larissa obrigação e ira para aquela menina que só quer daaançar!
Miil beijos ;*
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